LET LOVE BLEED RED [+18]

Tudo nessa vida se dá na base da construção social, SIMM? Sim! A começar pelo gênero… como já dizia a polêmica (adoro) Simone de Beauvoir: “não se nasce mulher, torna-se mulher”, ou seja, é a formação cultural o fator decisivo do papel da mulher no seio da sociedade. Mas hoje não quero falar especificamente de gênero, quero falar de s e x o &s a n g u e ✨🌹

olha

se liga, rapá, que nem é sadomosoquismo – não hoje hehe

Eu nunca entendi – pra dizer a real nunca entendo o motivo de alguns de nossos morais ainda não terem sido repensados rs – o porquê de nas rodinhas femininas, quando o assunto vai esquentando, logo broxa ao entrar a dobradinha relação sexual + período menstrual. Por quê? É algum tipo de seita satânica aliar todos esses elementos? Ah, migas, não dá. Na verdade acho um tremendo desperdício não utilizar de um período no qual ficamos naturalmente mais lubrificadas e, nesse sentido, mais sensíveis, logo, com a grande possibilidade de intensidade do prazer aumentada, pra tomar aquele chá de p* ou b* rsrss.

Isso acontece porque o sangue menstrual tende a correr por todo o canal vaginal, o que facilita o deslizamento. Além disso, a circulação de endorfina e ocitocina (hormôniozinhos ligados ao bem estar e liberados durante a relação) na corrente sanguínea, alivia cólicas e nos deixam menos irritadas ao longo do período. Também não poderia deixar de citar a intensidade da intimidade entre você e o boy/girl que tende a aumentar, afinal, quebrar um tabu relacionado ao seu corpo com alguém não é disposição de qualquer um.

Falando nisso, é fato (BLERGGGGH ‘– ) que muito homem sente nojinho de tudo, inclusive de quando a espada lançada retorna repleta de sangue. Pedro Juan Gutiérrez, escritor cubano, em sua Trilogia Suja de Havana, disse o seguinte: “Sexo não é pra gente escrupulosa. O sexo é um intercâmbio de líquidos, fluidos, saliva, hálito e aromas fortes, urina, sêmen, merda, suor, micróbios, bactérias. Ou não é. Se for apenas ternura e espiritualidade etérea, não passa de uma paródia estéril do que poderia ser.” Fala sério, que tesão de homem!!!

Bom, pra quem resolver se adaptar ao **tema**, mesmo que os riscos de engravidar sejam menores, o uso da camisinha é indispensável (SEMPRE!). Ah, existe um mito de que menstruação possa transmitir doenças.. mentira!! Qualquer DST pode ser transmitida em q u a l q u e r relação desprotegida. A toalha por cima do lençol é unânime pra esse tipo de relação, já que ela evita com que o lençol se manche.. mas né, você também tem a opção de aproveitar o chuveiro, daí é se deixar levar pelo que melhor te deixa confortável .

Por ser um período naturalmente mais delicado (cólicas etc…), dizem por aí ser necessário um maior nível de intimidade com a/o parceira/o. Mas acho isso bem pessoal, não dá pra eu rotular suas fodas, né?! Pra quem continua achando desconfortável ou anti-higiênico pensar em sexo no período menstrual – mas continua com a periquita coçando – existe, ainda, uma esponja chamada “Soft-Tampons”, a qual diz-se ser cômoda e imperceptível pelo parceiro durante a penetração. Segundo o site Bolsa de Mulher dá certo. Migas, mais uma vez a Obscena Senhorita C me auxiliou, dessa vez, com a entrevista do autor teatral Fausto Fawcet. Gente, sério, que delícia!! Saca só:

“Ver o pau saindo e entrando com manchas de sangue da buceta amada , chupar a dita cuja toda suja de decomposição biológica depois da fúria ou da melancolia pré, bem , não tem preço meus amigos e amigas . Isso porque você tem a chance de desfrutar do sangue da criação, assim hemorragia do parto não realizado, menstruação como ensaio pra fecundação, alerta pra tsunami ou terremoto ou furacão que mexe com as entranhas da fêmea e tudo que se quer da pessoa amada é a imposível devoração das suas entranhas , situação canibal que só se cortando uns aos outros chegamos perto, chicoteando, enfim, brincando no sadomasô chegamos perto e no assassinato chegamos ao auge canibal disparatado partindo a pessoa em nacos de anatomia apaixonadamente rasgados, quebrados em extase de esquartejamento.

Mas a menstruação oferece tudo isso junto. Participar – fora da espermada clássica – do processo de simulação sanguinolenta da fecundação, lamber o desperdício que entorta a fêmea no seu dna de instinto erótico maternal. Ver o pau sair ensanguentado de dentro da bucerna ( buceta é caverna e mulher e homem tem herança pré-histórica caçadora – coletora mais forte que tudo cobrando pedágio do sapiens – homem piroclava – pau duro pro horizonte, mulher bucerna corregedora dos afetos e cuidadorias, amazonas à espreita, feras diferentes dos machos mas também feras), chupar o sangue da dita cuja suja de glóbulos saindo do fundo dos milênios de concepção na tua boca não tem preço.

Quando ela chupa teu pau ensanguentado pra fechar o ciclo então… vai a porra com sangue pra boca e ela tira da boca e enfia de novo na assim chamada xota e o ciclo se fecha e daqui a pouco ela se abre de novo e senta aberta em cima de você e urina showerzinha em você que sente de novo tua amada líquida, amor líquido esvaziando mais uma parte dela e você não aguenta e, excitado, vai por trás e ela se empina aquiescendo aquecida, levados os dois por vontades muito primitivas de quando os primatas ainda não se encaravam olho no olho pra despertar afeto e você vai no cu e novamente olha o pau entrando e saindo um pouco malhado com sutilezas fecais da amada enquanto a boceta jorra sem pudor o sangue dos partos por vir e você se lambuza com as mãos enquanto goza no assim chamado cu de onde sai seu pau com sangue, urina e laivos fecais como se voce tivesse extraido toda a materia mais íntima da sua amada e vocês se beijam muito e você novamente se demora olhando a buceta ensanguentada como uma esfinge peluda (ou pelada ) de onde jorra o enigma da fecundação, o milagre de todos os erotismos, a condenação ao amor e à fissura do desejo, vicio de decadência e extase da pequena morte que é o gozo bem lá dentro de onde vem tudo em forma de draculânguidas ovulações despedaçadas que eu, como amante de tudo na fêmea amada, mastigo com prazer. Depois deixa tuas narinas impregnadas do cheiro dos milênios primitivos, do sangue menstrual te lembrar por um bom tempo da parte mais profunda da tua companheira de caos, crise e pessimismo festivo.

Pra reforçar a fome de viver você meu caro tem que meter muito na xota amada menstruada, chupar muito a boca de baixo da tua companheira menstruada, mais que nunca acariciar a xota ensanguentada da tua parceira de aventura cotidiana ( ou razante de uma noite) em estado muito interessante pra trepada, pro amor, pro jogo das carícias, pros beijos e sarros e abraços e poucas frases de estímulo profundo da superfície dos corpos se gostando, se estudando, se entregando. Na menstruação isso chega ao máximo.

Se você é homem e não gosta de transar com sua mulher, namorada enfim porque ela está naqueles dias é porque você é um covarde sexual que desrespeita sua companheira rejeitando-a na hora do vamo ver mais forte. E você mulher que, cheia do nojinho covarde que você tem (ou pior: acha que ele pode ter) e não se oferece, não chega junto, também é uma covarde sexual que não se entrega inteira pro amado.”

kero!!!!!!!!!!

bioalice

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