As tatuagens da Cléo Pires

Cléo nasceu em 02 de outubro tem 32 anos e é filha do cantor Fábio Junior e da atriz Glória Pires. Atuou em várias novelas da Globo e alguns filmes como Benjamin, Meu nome não é Jonny, Qualquer gato vira lata e até foi cotada para participar do filme Os mercenários no papel que acabou ficando com a atriz Giselle Itié. Foi nomeada algumas vezes como uma das mulheres mais sexy do país e no ano de 2010 foi capa da revista Playboy. Namorou por três anos o rapper Túlio Dek e atualmente namora o também ator Rômulo Neto. Ela tem várias tatuagens, confira abaixo a origem e significado delas:

A frase “Liberté” em Francês na costela que significa liberdade

1

A frase “Live And Let Die” (título de um clássico de Paul McCartney) que significa Viva e deixe morrer nos quadris

2

A frase “One Love” (extraída do repertório de Bob Marley) na nuca que significa um amor e Um ideograma japonês nas costas, que significa amor e amizade

3

Um ditado africano e símbolo árabe no antebraço esquerdo que diz “Só enriquece quem dá”

4

“Soeurs”, do Francês, significa “irmãs”.

5

  • A frase “Le but de la vie c’est la maturation de l’ame” que significa “O propósito da vida é o amadurecimento da alma”

6

Um desenho no cóccix

7

Na  região das costelas durante viagem a Cabo Verde, na África, no estúdio Dog-Afrotattoo a atriz tatuou a expressão “Nha Kretcheu”, no dialeto criolo do país, significa “pessoa muito querida, bem-amado, namorado”.

8

 Cléo Pires e Rômulo Neto tatuaram a palavra “idem” inspirados no filme Ghost do outro lado da vida por conta da sua dificuldade em dizer eu te amo e também por ser um filme que ela gosta muito.

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Ela também tem duas estrelinhas no pé direito e uma tatuagem na região genital, que suas fotos na Playboy mostraram bem além dos Versos de Fernando Pessoa no Quadril em henna que levaram duas horas e foram feitas especificamente para a publicação. Em sua íntegra, estava tatuado os seguintes versos:

10

“Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos”

E aí, gostaram?

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